Um pivot de noticiário que por cada palavra que diz faz sair três hums... E a Edição da Manhã da SiC Notícias tem um senhor que é especialista nisto.
O que isso me irrita... O Bom Dia Portugal é que fica a ganhar. Pelo menos mais um espectador...
quarta-feira, 30 de maio de 2007
O Zé faz falta
Às construtoras que ganham mais porque têm as obras paradas por causa de uma providência cautelar (mas que continuam com o taximetro ligado...).
Aos não sei quantos assessores de um verador sem pelouro (olhó emprego...).
Ao BE que assim se pode gabar de ter um vereador na mais importante Câmara do país.
Em casa dele...
Já em Lisboa... Hum... Deixem-me pensar... Pode ser que...
Não. Decididamente, NÃO!
Aos não sei quantos assessores de um verador sem pelouro (olhó emprego...).
Ao BE que assim se pode gabar de ter um vereador na mais importante Câmara do país.
Em casa dele...
Já em Lisboa... Hum... Deixem-me pensar... Pode ser que...
Não. Decididamente, NÃO!
Supremo?...
Ontem fomos brindados com mais uma amostra daquilo a que o Supremo Tribunal de Justiça, infelizmente, nos tem habituado...
Um acusado de violação de um menor viu a sua pena reduzida porque o menor tinha 13 anos e não 8... E um menor com 13 anos só é violado porque quer...
Depois da história do Público que relatou factos comprovados mas que mesmo assim foi condenado por ter lesado o bom nome do Sporting (clubites à parte). Depois do Estado Português ter sido condenado pela Europa porque estes senhores acham que bater em crianças deficientes é normal e até desejável.
E hoje, a propósito desta última parvoíce (e estou a ser brando na classificação) li num outro blog (peço desculpa ao autor mas não me lembro mesmo onde foi...) que já foram atenuadas penas a um homicida que tinha razão em ficar chateado com a mulher porque esta queimou o jantar (e pumba, em vez de telefonar para a TelePizza, mata-se a cozinheira...) e a um violador de uma cidadã estrangeira porque esta "passeava de calções em plena coutada do macho português"...
E eu pergunto: Com mais altos magistrados da Nação (acima do Supremo, só o Tribunal Constitucional) deste gabarito, como é que não havemos de ter a justiça (sim em letra pequena que isto é demasiado mau...) no estado em que está?
Será que alguém se importa de abrir a porta do congelador e tirar estes senhores de 24 de Abril de 1974? Alguém os acorda e lhes diz que já estamos no Séc. XXI? Alguém?... Quem nos faz esse favor?...
Um acusado de violação de um menor viu a sua pena reduzida porque o menor tinha 13 anos e não 8... E um menor com 13 anos só é violado porque quer...
Depois da história do Público que relatou factos comprovados mas que mesmo assim foi condenado por ter lesado o bom nome do Sporting (clubites à parte). Depois do Estado Português ter sido condenado pela Europa porque estes senhores acham que bater em crianças deficientes é normal e até desejável.
E hoje, a propósito desta última parvoíce (e estou a ser brando na classificação) li num outro blog (peço desculpa ao autor mas não me lembro mesmo onde foi...) que já foram atenuadas penas a um homicida que tinha razão em ficar chateado com a mulher porque esta queimou o jantar (e pumba, em vez de telefonar para a TelePizza, mata-se a cozinheira...) e a um violador de uma cidadã estrangeira porque esta "passeava de calções em plena coutada do macho português"...
E eu pergunto: Com mais altos magistrados da Nação (acima do Supremo, só o Tribunal Constitucional) deste gabarito, como é que não havemos de ter a justiça (sim em letra pequena que isto é demasiado mau...) no estado em que está?
Será que alguém se importa de abrir a porta do congelador e tirar estes senhores de 24 de Abril de 1974? Alguém os acorda e lhes diz que já estamos no Séc. XXI? Alguém?... Quem nos faz esse favor?...
Haja decoro...
Ontem uma reportagem da SIC sobre os preparativos da suposts greve geral acabou com um mimo televisivo.
Numa mesa de reunião discutia-se o escalonamento de pessoas para os directos das televisões e das rádios, tipo "às 7 fazes o directo da SIC e quem faz este pode fazer o da RTP às 7 e meia..."
Eu sei que estas supostas greves cada vez mais passam por tentativas de afirmação das estruturas sindicais junto dos seus pagantes (vulgo sindicalizados). E que essa afirmação será tanto mais forte quanto mais cobertura mediatica tiver.
Também sei que uma iniciativa destas é um pratinho para os meios: Toca a fazer a cobertura não da greve, não das causas que a motivaram, mas sim dos problemas causados a todas as outras pessoas. Vende! E bem...
Mas senhores sindicalistas... Haja o mínimo de decoro. Uma coisa é o que vos leva a fazer este tipo de lutas. Outra é assumi-lo claramente em frente a uma câmara de televisão. Tenham o mínimo de vergonha...
É que a cassete começa a ficar gasta e com "apanhados" destes a malta fica a perceber os verdadeiros motivos das vossas iniciativas.
Numa mesa de reunião discutia-se o escalonamento de pessoas para os directos das televisões e das rádios, tipo "às 7 fazes o directo da SIC e quem faz este pode fazer o da RTP às 7 e meia..."
Eu sei que estas supostas greves cada vez mais passam por tentativas de afirmação das estruturas sindicais junto dos seus pagantes (vulgo sindicalizados). E que essa afirmação será tanto mais forte quanto mais cobertura mediatica tiver.
Também sei que uma iniciativa destas é um pratinho para os meios: Toca a fazer a cobertura não da greve, não das causas que a motivaram, mas sim dos problemas causados a todas as outras pessoas. Vende! E bem...
Mas senhores sindicalistas... Haja o mínimo de decoro. Uma coisa é o que vos leva a fazer este tipo de lutas. Outra é assumi-lo claramente em frente a uma câmara de televisão. Tenham o mínimo de vergonha...
É que a cassete começa a ficar gasta e com "apanhados" destes a malta fica a perceber os verdadeiros motivos das vossas iniciativas.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Os portugueses são tendencialmente de centro-esquerda
Esta não é uma afirmação política. É automobilística. Quem conduz nas auto-estradas portuguesas pode verificar na prática o que digo.
Quando há apenas duas faixas, lá vai o carro na da esquerda, mesmo que circule a 50km hora.
Havendo três faixas ainda é pior. Vai tudo para a do meio. E lá vão calmamente, atrapalhando o trânsito, porque acham que a sua grande "bomba" não é automóvel de menino, para circular à direita.
Por isso é que fico em transe quando sei que a Brisa vai aumentar o número de faixas de rodagem em qualquer auto-estrada. Já sei que naquele troço vai passar a ser o caos, com o Zé Manel a mostrar que tem um carrão, circulando a pisar ovos no meio da auto-estrada.
Quando é que deixamos cair a idéia de que "no meio é que está a virtude"?
Eu assumo. Sou cada vez mais adepto da Direita. Nas estradas portuguesas, entenda-se...
Quando há apenas duas faixas, lá vai o carro na da esquerda, mesmo que circule a 50km hora.
Havendo três faixas ainda é pior. Vai tudo para a do meio. E lá vão calmamente, atrapalhando o trânsito, porque acham que a sua grande "bomba" não é automóvel de menino, para circular à direita.
Por isso é que fico em transe quando sei que a Brisa vai aumentar o número de faixas de rodagem em qualquer auto-estrada. Já sei que naquele troço vai passar a ser o caos, com o Zé Manel a mostrar que tem um carrão, circulando a pisar ovos no meio da auto-estrada.
Quando é que deixamos cair a idéia de que "no meio é que está a virtude"?
Eu assumo. Sou cada vez mais adepto da Direita. Nas estradas portuguesas, entenda-se...
Música ao vivo
Gosto de ouvir música ao vivo. A sério que gosto. Desde que o repertório esteja dentro dos meus gostos musicais, e os músicos saibam o que estão a fazer, dá-me muito gozo estar num bar a ouvir música ao vivo.
Mas nos restaurantes? O que é que dá a uma pessoa para pôr música ao vivo num restaurante?
A idéia de ter que interromper uma garfada só para bater algumas palmas de circunstância (normalmente não gostei do que acabei de ouvir) porque não quero deixar o(s) músico(s) constrangidos, deixa-me louco...
Amigos: Eu vou ao restaurante para comer. Saborear a comida. E de preferência para conversar com quem está comigo. Deixem-me os ouvidos em paz.
Mas nos restaurantes? O que é que dá a uma pessoa para pôr música ao vivo num restaurante?
A idéia de ter que interromper uma garfada só para bater algumas palmas de circunstância (normalmente não gostei do que acabei de ouvir) porque não quero deixar o(s) músico(s) constrangidos, deixa-me louco...
Amigos: Eu vou ao restaurante para comer. Saborear a comida. E de preferência para conversar com quem está comigo. Deixem-me os ouvidos em paz.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Bastidores
Gosto de pessoas dos bastidores. A sério que gosto! Trabalhar longe das luzes da ribalta, mas fazendo com que o jogo "vire" a nosso favor, dá gozo.
Eu próprio gosto de me ver como uma pessoa de bastidor. E sinto-me bem nesse papel.
Mas é preciso ter a noção que há bastidores e bastidores. E se o bastidor for apenas uma forma confortável de se esconder de responsabilidades, mudando as coisas por vontade de afirmação, não pela vontade de construção, mas para não mudar o status quo, sem ter que dar a cara, então o bastidor deixa de o ser e passa a toca. Toca, ou covil, das feras. E a fera que tem medo de saltar cá para fora tem, claramente, um problema de personalidade.
Não tenho, nem nunca tive, medo de lutar contra alguns status quo. Mas gosto mais de confrontos directos. Sei lutar nos bastidores, mas não tenho a cobardia de nunca sair de lá.
Caríssimos. Se gostam de manter posições e afirmar pessoalmente as opções de uma organização, então saltem do covil. Assumam essas posições e lutem por elas. Às claras.
É que os bastidores são giros e confortáveis. Mas são escuros... E não bronzeiam...
Eu próprio gosto de me ver como uma pessoa de bastidor. E sinto-me bem nesse papel.
Mas é preciso ter a noção que há bastidores e bastidores. E se o bastidor for apenas uma forma confortável de se esconder de responsabilidades, mudando as coisas por vontade de afirmação, não pela vontade de construção, mas para não mudar o status quo, sem ter que dar a cara, então o bastidor deixa de o ser e passa a toca. Toca, ou covil, das feras. E a fera que tem medo de saltar cá para fora tem, claramente, um problema de personalidade.
Não tenho, nem nunca tive, medo de lutar contra alguns status quo. Mas gosto mais de confrontos directos. Sei lutar nos bastidores, mas não tenho a cobardia de nunca sair de lá.
Caríssimos. Se gostam de manter posições e afirmar pessoalmente as opções de uma organização, então saltem do covil. Assumam essas posições e lutem por elas. Às claras.
É que os bastidores são giros e confortáveis. Mas são escuros... E não bronzeiam...
Vou, vou, fui...
Para quem leu uma breve no Expresso a anunciar uma mudança de cadeiras (de uma agência para outra) fique desde já a saber que a dita breve está desactualizada...
Sim. A experiência foi positiva (sobretudo porque me obrigou a rever a minha "posição" no mercado), mas foi curta.
Não me revi, nem conseguiria fazê-lo na forma de "estar" deste meu novo projecto. E, assim, só restavam duas opções: Ou eu mudava, ou mudava a agência. Como achei injusto fazer qualquer uma das duas opções (porque não me apetece mudar convicções - as minhas ou as de outros) optei pela terceira via: Sair...
E fi-lo antes que a coisa pudesse assumir proporções complicadas quer para mim, quer para a agência.
E agora? Bom... Agora há um mundo de possibilidades. Umas mais desafiantes que outras, umas mais seguras, outras menos.
Mas virar uma página tem sempre escondida este tipo de emoções. "O que é que se irá encontrar no outro lado?". Ainda não sei responder a esta questão. Espero vir a responder brevemente de uma forma clara e simples: "Concretização, gosto e felicidade".
E isso, neste projecto, seria uma miragem, pela qual não me apetecia esperar...
Sim. A experiência foi positiva (sobretudo porque me obrigou a rever a minha "posição" no mercado), mas foi curta.
Não me revi, nem conseguiria fazê-lo na forma de "estar" deste meu novo projecto. E, assim, só restavam duas opções: Ou eu mudava, ou mudava a agência. Como achei injusto fazer qualquer uma das duas opções (porque não me apetece mudar convicções - as minhas ou as de outros) optei pela terceira via: Sair...
E fi-lo antes que a coisa pudesse assumir proporções complicadas quer para mim, quer para a agência.
E agora? Bom... Agora há um mundo de possibilidades. Umas mais desafiantes que outras, umas mais seguras, outras menos.
Mas virar uma página tem sempre escondida este tipo de emoções. "O que é que se irá encontrar no outro lado?". Ainda não sei responder a esta questão. Espero vir a responder brevemente de uma forma clara e simples: "Concretização, gosto e felicidade".
E isso, neste projecto, seria uma miragem, pela qual não me apetecia esperar...
Boa onda
Este fim de semana fui pela primeira vez sozinho para dentro de água... Com uma prancha, entenda-se...
Depois de várias aulas de surf, na Alfarroba Surf School (que recomendo vivamente), optei pelo Bodyboard e, aproveitando uma magnífica prenda de anos, lá me resolvi a tentar a minha sorte nas (boas) ondas da Costa da Caparica.
Apesar de ser altamente maçarico, de não ter feito nada de jeito, lá consegui passar a rebentação! Para quem anda nestas paragens isto é banal. Para mim não é e fiquei muito feliz com o feito. Que é para continuar!
No meio disto tudo, devo esta minha nova "paixão" à Flor do meu jardim (pela insistência e, sobretudo pelas prendas que me "obrigaram" a tirar a assentadeira do sofá e ir em frente), ao Francisco Rivoti (da Alfarroba, pelos conselhos e ensinamentos mas, sobretudo por me ter "contagiado"com o "bicho") e ao Miguel Costa (pela inspiração e exemplo).
E assim nasceu, ou melhor, se concretizou uma paixão...
Depois de várias aulas de surf, na Alfarroba Surf School (que recomendo vivamente), optei pelo Bodyboard e, aproveitando uma magnífica prenda de anos, lá me resolvi a tentar a minha sorte nas (boas) ondas da Costa da Caparica.
Apesar de ser altamente maçarico, de não ter feito nada de jeito, lá consegui passar a rebentação! Para quem anda nestas paragens isto é banal. Para mim não é e fiquei muito feliz com o feito. Que é para continuar!
No meio disto tudo, devo esta minha nova "paixão" à Flor do meu jardim (pela insistência e, sobretudo pelas prendas que me "obrigaram" a tirar a assentadeira do sofá e ir em frente), ao Francisco Rivoti (da Alfarroba, pelos conselhos e ensinamentos mas, sobretudo por me ter "contagiado"com o "bicho") e ao Miguel Costa (pela inspiração e exemplo).
E assim nasceu, ou melhor, se concretizou uma paixão...
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Comentários aos comentários
Quando iniciei este blog, a idéia era só colocar uns textos soltos, sem grandes pretensões ao que quer que seja. Por isso, tinha assumido que não iria blogar politicamente, até porque é uma área que não quero tornar públicas as minhas opiniões. Para isso há muitos outros blogs, de pessoas muito mais informadas... Ou não...
Mas não resisiti a escrever sobre o "tema" do momento, até porque o mesmo já me chateia, pela sua inutilidade.
Asim, aqui vão os comentários à entrevista de José Sócrates à RTP e RDP, retirados durante o dia de hoje de alguns sites noticiosos da praça. E a seguir os meus comentários aos ditos comentários.
E começou com uma conferência de imprensa:
Marques Mendes
O líder do PSD considerou hoje que a explicações do primeiro-ministro acerca do seu percurso académico foram «muito pouco esclarecedores» e sugeriu a José Sócrates que peça uma investigação sobre todo o processo a uma entidade independente.
«A legitimidade de um primeiro-ministro vem dos votos, não dos títulos académicos. Mas, utilizar um título que não se tem, fazer passar-se por aquilo que não é revela uma falha de carácter, mina a credibilidade e afecta sua a autoridade», afirmou o líder do PSD, Luís Marques Mendes, numa conferência de imprensa.
«Restam muitas dúvidas, o que é muito prejudicial no plano interno e no plano internacional», sustentou Marques Mendes.
Para dissipar todas as dúvidas, Marques Mendes afirmou haver uma única solução, sugerindo a José Sócrates que solicite uma investigação a uma entidade independente, não tutelada pelo Governo.
«Só há uma solução: que o primeiro-ministro tome a iniciativa de pedir a uma entidade independente, não tutelada pelo Governo, uma investigação», adiantou, salientando que «quem não deve, não teme».
Questionado sobre que tipo de entidade é que se estava a referir, o líder social-democrata escusou-se a especificar, argumentando que não lhe cabe a si «concretizar».
O líder a (curto) prazo também não resisitiu:
Ribeiro e Castro
O líder do CDS-PP disse hoje que ainda ficaram algumas questões por esclarecer sobre o percurso académico do primeiro-ministro e sublinhou a necessidade de se acabar de vez com as dúvidas em nome da credibilidade do Governo.
«O CDS não faz política pela chicana pessoal mas segue com preocupação esta situação, porque afecta a imagem, a credibilidade e a confiança que é indispensável ter no Governo», referiu Ribeiro e Castro aos jornalistas.
«É indispensável que a opinião pública portuguesa não tenha uma réstia de dúvida, não só sobre a correcção e lisura do procedimento e percurso curricular e pessoal do primeiro-ministro, mas também que nunca procurou aparentar ser o que não era», frisou.
Para Ribeiro e Castro, por causa desta questão, a imagem do Governo ao longo destas semanas tem saído «beliscada, ofuscada e perturbada».
O PCP também entrou no jogo:
Vasco Cardoso
«O PCP regista o esclarecimento do primeiro-ministro, José Sócrates, sobre o processo que envolveu o seu percurso académico e a sua licenciatura», refere Vasco Cardoso, da comissão política do PCP, numa nota enviada à imprensa.
«Sem prejuízo da utilidade de se ver esclarecida esta questão, não é possível deixar de observar que a mesma tem sido sobretudo utilizada como instrumento de distracção dos reais problemas do país», frisou, sem concretizar quem é que, para o PCP, tem instrumentalizado o tema.
Vasco Cardoso considerou que «mais do que o grau académico, o que conta é o sentido e conteúdo das políticas de direita do Governo PS presidido por José Sócrates».
O dirigente acrescentou que «o que afecta seriamente a credibilidade do primeiro-ministro é o rasto de promessas não cumpridas e as inúmeras decisões que se traduziram no agravamento dos principais problemas do país».
O canditado a destornar o líder a (curto) prazo:
Paulo Portas
«Obviamente a questão pessoal do primeiro-ministro causa estragos na sua imagem e na confiança que os portugueses tinham nele. Esses estragos estão causados», afirmou Paulo Portas, em declarações aos jornalistas.
O outro candidato, ou o que acha que é:
Luís Filipe Menezes
«Do ponto de vista político sinto-me esclarecido, o que não significa que dê uma nota positiva», disse Luís Filipe Menezes à Lusa. Esclarecimentos que, no entender de Luís Filipe Menezes, serviram para colocar um ponto final na polémica, «independentemente do tratamento que a comunicação social queira continuar a dar ao caso».
«O sentimento que tenho é que os portugueses já fizeram o seu juízo e, agora, querem é que o Governo governe. Os portugueses estão é preocupados com o crescimento económico, com o desemprego. Não me parecem particularmente interessados no percurso académico do primeiro-ministro».
E a resposta do visado (por intreposta pessoa):
Pedro Silva Pereira
«O primeiro-ministro deu esclarecimentos e respondeu de forma clara e convincente a todas as insinuações lançadas nos últimos dias sobre as suas habilitações académicas. Perante isto, Marques Mendes teve uma reacção deplorável, de quem quer fazer política com base nos julgamentos de carácter e nos insultos pessoais», reagiu o titular da pasta da Presidência.
Pedro Silva Pereira declarou depois que «só os fracos recorrem ao insulto» e que «os portugueses rejeitam esta forma baixa de fazer política, tal como o fizeram nas últimas eleições legislativas, quando foi lançada [contra o actual primeiro-ministro] uma campanha negra de que todos estão recordados».
Segundo o ministro da Presidência, a proposta de abertura de um inquérito feita pelo líder social-democrata «não passa de uma tentativa de fazer ataques pessoais e de alimentar um folhetim para julgamentos de carácter dos seus adversários políticos».
E agora eu, que não sou mais que eles, mas que também não gosto dos complexos de inferioridade...
Porquê? Porquê este chinfrim todo? O senhor é inginheiro? Não é? Andou a enganar o país? Só porque embarcou na mania nacional que só pode exercer poder quem tem uma licenciatura? A Independente favoreceu-o?
Who cares? Tirando a mania das grandezas que é, infelizmente, comum à maioria dos lusos, Sócrates não fez mais do que a maioria de quem o critica faria nas mesmas circunstâncias. Quais inquéritos, qual perda de "pedestal", qual quê... Este país precisa é de avançar. Continuar a reforma do Estado e da Administração Pública, continuar a retoma económica, reduzir o desemprego. Em suma, de resolver problemas de décadas.
E por muito que não me seja simpático, tenho que concordar com o Luís Filipe Menezes e com o PCP. Deixem-se de lérias e passemos a coisas sérias. Acabou a diversão, voltemos a trabalhar, sob o risco de continuarmos a ver o futuro por um canudo...
Mas não resisiti a escrever sobre o "tema" do momento, até porque o mesmo já me chateia, pela sua inutilidade.
Asim, aqui vão os comentários à entrevista de José Sócrates à RTP e RDP, retirados durante o dia de hoje de alguns sites noticiosos da praça. E a seguir os meus comentários aos ditos comentários.
E começou com uma conferência de imprensa:
Marques Mendes
O líder do PSD considerou hoje que a explicações do primeiro-ministro acerca do seu percurso académico foram «muito pouco esclarecedores» e sugeriu a José Sócrates que peça uma investigação sobre todo o processo a uma entidade independente.
«A legitimidade de um primeiro-ministro vem dos votos, não dos títulos académicos. Mas, utilizar um título que não se tem, fazer passar-se por aquilo que não é revela uma falha de carácter, mina a credibilidade e afecta sua a autoridade», afirmou o líder do PSD, Luís Marques Mendes, numa conferência de imprensa.
«Restam muitas dúvidas, o que é muito prejudicial no plano interno e no plano internacional», sustentou Marques Mendes.
Para dissipar todas as dúvidas, Marques Mendes afirmou haver uma única solução, sugerindo a José Sócrates que solicite uma investigação a uma entidade independente, não tutelada pelo Governo.
«Só há uma solução: que o primeiro-ministro tome a iniciativa de pedir a uma entidade independente, não tutelada pelo Governo, uma investigação», adiantou, salientando que «quem não deve, não teme».
Questionado sobre que tipo de entidade é que se estava a referir, o líder social-democrata escusou-se a especificar, argumentando que não lhe cabe a si «concretizar».
O líder a (curto) prazo também não resisitiu:
Ribeiro e Castro
O líder do CDS-PP disse hoje que ainda ficaram algumas questões por esclarecer sobre o percurso académico do primeiro-ministro e sublinhou a necessidade de se acabar de vez com as dúvidas em nome da credibilidade do Governo.
«O CDS não faz política pela chicana pessoal mas segue com preocupação esta situação, porque afecta a imagem, a credibilidade e a confiança que é indispensável ter no Governo», referiu Ribeiro e Castro aos jornalistas.
«É indispensável que a opinião pública portuguesa não tenha uma réstia de dúvida, não só sobre a correcção e lisura do procedimento e percurso curricular e pessoal do primeiro-ministro, mas também que nunca procurou aparentar ser o que não era», frisou.
Para Ribeiro e Castro, por causa desta questão, a imagem do Governo ao longo destas semanas tem saído «beliscada, ofuscada e perturbada».
O PCP também entrou no jogo:
Vasco Cardoso
«O PCP regista o esclarecimento do primeiro-ministro, José Sócrates, sobre o processo que envolveu o seu percurso académico e a sua licenciatura», refere Vasco Cardoso, da comissão política do PCP, numa nota enviada à imprensa.
«Sem prejuízo da utilidade de se ver esclarecida esta questão, não é possível deixar de observar que a mesma tem sido sobretudo utilizada como instrumento de distracção dos reais problemas do país», frisou, sem concretizar quem é que, para o PCP, tem instrumentalizado o tema.
Vasco Cardoso considerou que «mais do que o grau académico, o que conta é o sentido e conteúdo das políticas de direita do Governo PS presidido por José Sócrates».
O dirigente acrescentou que «o que afecta seriamente a credibilidade do primeiro-ministro é o rasto de promessas não cumpridas e as inúmeras decisões que se traduziram no agravamento dos principais problemas do país».
O canditado a destornar o líder a (curto) prazo:
Paulo Portas
«Obviamente a questão pessoal do primeiro-ministro causa estragos na sua imagem e na confiança que os portugueses tinham nele. Esses estragos estão causados», afirmou Paulo Portas, em declarações aos jornalistas.
O outro candidato, ou o que acha que é:
Luís Filipe Menezes
«Do ponto de vista político sinto-me esclarecido, o que não significa que dê uma nota positiva», disse Luís Filipe Menezes à Lusa. Esclarecimentos que, no entender de Luís Filipe Menezes, serviram para colocar um ponto final na polémica, «independentemente do tratamento que a comunicação social queira continuar a dar ao caso».
«O sentimento que tenho é que os portugueses já fizeram o seu juízo e, agora, querem é que o Governo governe. Os portugueses estão é preocupados com o crescimento económico, com o desemprego. Não me parecem particularmente interessados no percurso académico do primeiro-ministro».
E a resposta do visado (por intreposta pessoa):
Pedro Silva Pereira
«O primeiro-ministro deu esclarecimentos e respondeu de forma clara e convincente a todas as insinuações lançadas nos últimos dias sobre as suas habilitações académicas. Perante isto, Marques Mendes teve uma reacção deplorável, de quem quer fazer política com base nos julgamentos de carácter e nos insultos pessoais», reagiu o titular da pasta da Presidência.
Pedro Silva Pereira declarou depois que «só os fracos recorrem ao insulto» e que «os portugueses rejeitam esta forma baixa de fazer política, tal como o fizeram nas últimas eleições legislativas, quando foi lançada [contra o actual primeiro-ministro] uma campanha negra de que todos estão recordados».
Segundo o ministro da Presidência, a proposta de abertura de um inquérito feita pelo líder social-democrata «não passa de uma tentativa de fazer ataques pessoais e de alimentar um folhetim para julgamentos de carácter dos seus adversários políticos».
E agora eu, que não sou mais que eles, mas que também não gosto dos complexos de inferioridade...
Porquê? Porquê este chinfrim todo? O senhor é inginheiro? Não é? Andou a enganar o país? Só porque embarcou na mania nacional que só pode exercer poder quem tem uma licenciatura? A Independente favoreceu-o?
Who cares? Tirando a mania das grandezas que é, infelizmente, comum à maioria dos lusos, Sócrates não fez mais do que a maioria de quem o critica faria nas mesmas circunstâncias. Quais inquéritos, qual perda de "pedestal", qual quê... Este país precisa é de avançar. Continuar a reforma do Estado e da Administração Pública, continuar a retoma económica, reduzir o desemprego. Em suma, de resolver problemas de décadas.
E por muito que não me seja simpático, tenho que concordar com o Luís Filipe Menezes e com o PCP. Deixem-se de lérias e passemos a coisas sérias. Acabou a diversão, voltemos a trabalhar, sob o risco de continuarmos a ver o futuro por um canudo...
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Independentemente de tudo o resto
Estou farto desta questão da licenciatura do Primeiro Ministro. Se é licenciado, bacharel, pós graduado ou o raio que os parta. O que eu quero é que exista alguém que governe, que decida e que, independentemente do grau académico, assuma a liderança do Governo.
Por isso, apesar de achar que tarde de mais, gostei de ver o Primeiro Ministro a esclarecer uma coisa que nem sequer deveria ter sido polémica porque, honestamente, ninguém tem alguma coisa a ver com o assunto.
Não gostei de ver é um jornalista que confunde agressividade (que era necessária para mostrar uma suposta independência do canal em relação ao Governo) com estupidez. É que fazer perguntas imbecis e perfeitamente senso comum não prova imparcialidade. Prova imbecilidade...
Também acho piada às acusações à volta dos assessores de imprensa ligarem para os jornais. Então um assessor de imprensa serve para quê? Para ler os jornais e informar o senhor Primeiro Ministro do que foi publicado? Isso não se chama assessoria de imprensa. Chama-se clipping...
Ò meus senhores. Deixem-se de fazer de virgens ofendidas e voltemos lá ao trabalho que o intervalo já acabou.
Por isso, apesar de achar que tarde de mais, gostei de ver o Primeiro Ministro a esclarecer uma coisa que nem sequer deveria ter sido polémica porque, honestamente, ninguém tem alguma coisa a ver com o assunto.
Não gostei de ver é um jornalista que confunde agressividade (que era necessária para mostrar uma suposta independência do canal em relação ao Governo) com estupidez. É que fazer perguntas imbecis e perfeitamente senso comum não prova imparcialidade. Prova imbecilidade...
Também acho piada às acusações à volta dos assessores de imprensa ligarem para os jornais. Então um assessor de imprensa serve para quê? Para ler os jornais e informar o senhor Primeiro Ministro do que foi publicado? Isso não se chama assessoria de imprensa. Chama-se clipping...
Ò meus senhores. Deixem-se de fazer de virgens ofendidas e voltemos lá ao trabalho que o intervalo já acabou.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
E não é que comecei a mudar?...
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
(António Variações)
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
(António Variações)
E foi desta
Não me pareceu o melhor filme dele. Até gostei, mas já vi outros de que gostei mais.
Mas não interessa. Seja por carreira (aquele óscar da pena - que ele de todo não merece), seja por vergonha (de ainda não terem dado o reconhecimento mais do que merecido), o que é facto é que este ano o Scorcese lá levou a estatueta de melhor filme e de melhor realizador.
Sempre gostei de Scorcese. Mas depois de o ter visto com os olhos "emprestados" pelo César, passei a ver um realizador genial. Lembro-me das nossas famosas "discussões" sobre Scorcese/Coppola (engraçado a ligação italo-americana destes dois), ele sempre a favor do primeiro, eu do segundo.
E nunca foram conclusivas as nossas "discussões"... Tiveram um efeito: Eu passei a ver o Scorcese doutra forma e (gostaria de acreditar...) o César viu o Coppola com outros olhos..
E hoje fiquei feliz. Finalmente o reconhecimento. Aquele que o César sempre defendeu, como um dos realizadores mais fantásticos que ele conhecia.
Por tudo isto, apetece-me dizer: César, para mim, este óscar é também teu! Onde quer que estejas, festeja-o como eu festejei.
Mas não interessa. Seja por carreira (aquele óscar da pena - que ele de todo não merece), seja por vergonha (de ainda não terem dado o reconhecimento mais do que merecido), o que é facto é que este ano o Scorcese lá levou a estatueta de melhor filme e de melhor realizador.
Sempre gostei de Scorcese. Mas depois de o ter visto com os olhos "emprestados" pelo César, passei a ver um realizador genial. Lembro-me das nossas famosas "discussões" sobre Scorcese/Coppola (engraçado a ligação italo-americana destes dois), ele sempre a favor do primeiro, eu do segundo.
E nunca foram conclusivas as nossas "discussões"... Tiveram um efeito: Eu passei a ver o Scorcese doutra forma e (gostaria de acreditar...) o César viu o Coppola com outros olhos..
E hoje fiquei feliz. Finalmente o reconhecimento. Aquele que o César sempre defendeu, como um dos realizadores mais fantásticos que ele conhecia.
Por tudo isto, apetece-me dizer: César, para mim, este óscar é também teu! Onde quer que estejas, festeja-o como eu festejei.
Conversa de bomba de combustível...
Almada, cerca das 2 da manhã:
"Ai Zéi... Tens capachino?..."
(Para ser lido com entoação de etnia cigana)
"Ai Zéi... Tens capachino?..."
(Para ser lido com entoação de etnia cigana)
Vazio
E depois do adeus, o que será de nós?
Não sei, ainda não consegui dizer adeus. Só um timido até já. Nem sei se alguma vez conseguirei dizer adeus.
Uma coisa percebi. É que sem eles, o nós não tem a mesma força. Mas um dia terá. Precisamente pela força que um dia teve, dada por eles.
Não sei, ainda não consegui dizer adeus. Só um timido até já. Nem sei se alguma vez conseguirei dizer adeus.
Uma coisa percebi. É que sem eles, o nós não tem a mesma força. Mas um dia terá. Precisamente pela força que um dia teve, dada por eles.
Ano novo...
Ano novo, blog novo...
Finalmente consegui fazer desta coisa um blog mais pessoal e com mais de mim. A verborreia vai continuar a ser a mesma, só com um novo aspecto.
Não é melhor, não é pior, é diferente.
Finalmente consegui fazer desta coisa um blog mais pessoal e com mais de mim. A verborreia vai continuar a ser a mesma, só com um novo aspecto.
Não é melhor, não é pior, é diferente.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
"Why Does My Heart Feel So Bad ?"
Why does my heart feel so bad ?
Why does my soul feel so bad ?
These open doors
(Moby - "Play")
O que esta música consegue reflectir um estado de alma...
Why does my soul feel so bad ?
These open doors
(Moby - "Play")
O que esta música consegue reflectir um estado de alma...
terça-feira, 28 de novembro de 2006
A memória não me há de trair...
Não me esqueço.
Daquele gajo alto, das camisas havaianas, das piadas fáceis.
Da sua enorme criatividade.
Dos seus cartoons e caricaturas que faziam chorar. A rir…
Da paixão pelo cinema que contagiava todos à volta.
Dos seus títulos de jornal e trocadilhos.
Do seu see food (trocadilho de seafood).
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não me esqueço.
Daquela menina tímida.
De sorriso pronto.
Capaz de animar tudo e todos.
Das enormes noites de conversas.
Dos amores e desamores.
Da amizade que tudo permitia.
Das esperas e desesperos.
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não me esqueço.
Daqueles cabelos encaracolados.
Daquele sorriso de orelha a orelha.
Das primeiras conversas.
Das noitadas a descobrir. Descobrirmo-nos.
Das tampas, uma atrás da outra.
Dos telefonemas cheios de saudade.
Dos corpos cheios de areia, em mais uma tarde de praia.
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não. Não me esqueço.
Das tardes nas esplanadas. Esplanadas de todo o lado. Com esperas, sem esperas. Com birras, sem birras. Com tampas, sem tampas. Mas sempre com muita gargalhada.
Uma esplanada qualquer espera-nos algures nesse éter…
Daquele gajo alto, das camisas havaianas, das piadas fáceis.
Da sua enorme criatividade.
Dos seus cartoons e caricaturas que faziam chorar. A rir…
Da paixão pelo cinema que contagiava todos à volta.
Dos seus títulos de jornal e trocadilhos.
Do seu see food (trocadilho de seafood).
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não me esqueço.
Daquela menina tímida.
De sorriso pronto.
Capaz de animar tudo e todos.
Das enormes noites de conversas.
Dos amores e desamores.
Da amizade que tudo permitia.
Das esperas e desesperos.
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não me esqueço.
Daqueles cabelos encaracolados.
Daquele sorriso de orelha a orelha.
Das primeiras conversas.
Das noitadas a descobrir. Descobrirmo-nos.
Das tampas, uma atrás da outra.
Dos telefonemas cheios de saudade.
Dos corpos cheios de areia, em mais uma tarde de praia.
Não me esqueço porque está. Aqui. Comigo.
Não. Não me esqueço.
Das tardes nas esplanadas. Esplanadas de todo o lado. Com esperas, sem esperas. Com birras, sem birras. Com tampas, sem tampas. Mas sempre com muita gargalhada.
Uma esplanada qualquer espera-nos algures nesse éter…
domingo, 26 de novembro de 2006
Isto é um pesadelo
segunda-feira, 26 de junho de 2006
Férias nos Açores ou The quest for the holly whale...

A missão não era a mais difícil.
Mas a natureza tem destas coisas. Nem sempre nos deixa ver aquilo que procuramos...
Aqui vai o registo diário de umas férias (de 4 a 12 de Junho) em busca do mamífero dos mares. O maior, claro está. Porque o dos saltos rápidos e acompanhante dos barcos, já vi no Sado.
Açores. Essa terra perdida no meio do Atlântico. Uma jóia da natureza, amada por todos os que a visitam. E merecidamente amada...
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